InícioAtuaçãoTributárioEstá no regime certo? A diferença entre o melhor e o pior chega a triplicar a conta.
A empresa paga mais imposto do que precisaria
Escolher o regime, organizar a estrutura societária e revisar como a empresa recolhe podem reduzir a carga de forma legítima. O que separa isso de simulação é substância — e é sobre isso que analisamos antes de propor qualquer coisa.
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Análise sem custoSem compromissoResposta em 1 dia útil
O que está em discussão
A maior parte da economia tributária legítima não vem de tese nem de processo. Vem de escolher certo e de organizar direito — duas coisas que a maioria das empresas faz uma vez, no começo, e nunca mais revisa.
O primeiro ponto é o regime. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real produzem cargas muito diferentes para a mesma operação. Em simulações que fazemos para o comércio, a diferença entre o melhor e o pior regime passa de trinta por cento da conta anual de tributos. E há armadilhas contraintuitivas: quando a margem é apertada, o Lucro Presumido pode custar mais que o Lucro Real, porque cobra imposto sobre um lucro estimado por lei que a empresa não teve. Só a conta feita com os números reais responde.
O segundo é a estrutura. Separar atividades em empresas distintas, revisar a forma societária, definir como o sócio retira dinheiro — tudo isso tem efeito tributário. Desde 2026 há uma camada nova: a distribuição de lucros passou a ter retenção acima de determinado valor mensal, o que mudou a conta entre pró-labore e distribuição.
E há o limite. Planejamento legítimo tem propósito e substância: a estrutura existe de fato, com atividade real. Estrutura criada só para reduzir imposto, sem operação por trás, é desconsiderada pelo Fisco — que tem cinco anos para revisar.
Não vendemos economia garantida. Fazemos a conta com os seus números, mostramos os cenários e dizemos qual o risco de cada um.
Antes de nos procurar, confira
Isso se aplica ao seu caso?
Aplica-se se
- Empresa que nunca comparou os três regimes com os números reais
- Faturamento que cresceu e se aproximou dos limites do Simples
- Margem apertada, em que o Lucro Presumido pode estar cobrando sobre lucro inexistente
- Grupo com mais de uma empresa, ou atividades diferentes no mesmo CNPJ
- Sócios que retiram valores relevantes e nunca revisaram a forma de retirada
- Empresa prestes a passar por reorganização, venda ou entrada de sócio
NÃO se aplica se
- Busca por estrutura sem atividade real, apenas para reduzir imposto — não fazemos, porque é desconsiderada pelo Fisco e expõe o cliente a autuação e a risco pessoal
- Promessa de economia definida antes de ver os números; sem os dados não há resposta
- Situações em que a economia dependeria de omitir informação ao Fisco
Se algum item da coluna da direita for o seu caso, é provável que esta não seja a via — e dizer isso agora poupa o seu tempo. Em caso de dúvida, escreva assim mesmo: respondemos indicando se há elementos para uma análise.
O que fazemos
O procedimento, passo a passo
Simulação comparativa dos três regimes com os números reais da empresa
Análise da estrutura societária e do que faria sentido separar ou unificar
Revisão da forma de retirada dos sócios, considerando as regras de 2026
Parecer com os cenários, o ganho estimado de cada um e o risco de cada um
Implementação, com a documentação que sustenta a estrutura perante fiscalização
Documentos que qualificam a análise
- Faturamento mensal dos últimos doze meses
- Balancete ou demonstração de resultado do último exercício
- Custo das mercadorias ou dos serviços
- Folha de salários e encargos
- Contrato social e alterações
- Informação sobre a origem das compras, dentro ou fora do estado
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Conte o seu caso
Descreva a situação e diga quais documentos você já tem em mãos. Respondemos indicando se o caso reúne os elementos mínimos para uma análise documental.
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