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Política de privacidade

Como tratamos os seus dados.

O que você escreve aqui serve para analisar o seu caso e para lhe responder. Não vai para terceiro, não é vendido e não alimenta lista de disparo.

Quem é o responsável

Alves & Freire Advogados Associados, OAB/GO 1.677, com endereço em Condomínio Absolut Business Style · Av. T-4, 1.478, Sala 42B, Setor Bueno · Goiânia-GO · CEP 74230-030. Para qualquer assunto desta política, inclusive para exercer os direitos descritos no fim, o canal é contato@alvesefreire.com.br.

O que o site coleta

Apenas o que você digita. No formulário de contato: nome, e-mail, telefone e o relato do que aconteceu — incluindo a menção aos documentos que você tem em mãos. Nas ferramentas gratuitas, os dados que você informa para o cálculo, como data de ingresso, tempo de contribuição, valor de guia ou rubrica de contracheque.

O site não pede documento de identidade, não pede número de processo e não pede dado de pagamento. Se o seu caso avançar, os documentos são solicitados depois, diretamente, e aí já sob contrato.

As ferramentas gratuitas guardam a simulação

Sim, e sem o seu nome. Cada simulação é registrada com os números que você informou, o nome da ferramenta e um código aleatório de visita — sem nome, sem e-mail, sem telefone e sem o endereço de internet do seu aparelho. Do lado do escritório, o que fica é uma conta anônima: nada ali aponta para você.

Para que serve: saber quais ferramentas ajudam de verdade, quais faixas de valor aparecem com mais frequência e em que ponto as pessoas desistem no meio. É o que permite corrigir a ferramenta em vez de adivinhar.

duas situações em que essa simulação anônima deixa de ser anônima, e as duas dependem de um ato seu:

  • Você pede o resultado por e-mail. Aí o endereço que você informar fica gravado junto com aquela simulação, porque é para onde ela vai.
  • Você escreve pelo formulário na mesma visita. As simulações feitas naquela visita passam a ficar ligadas à sua mensagem, para que o advogado que for ler veja o que você calculou antes de escrever. Sem isso, a conversa começa pela metade.

Se você não fizer nenhuma das duas, a simulação continua uma linha de números sem dono.

Para que esses dados são usados

Para três coisas, e nenhuma além delas:

  • Analisar o seu caso — ler o relato contra a norma aplicável e dizer se há elementos mínimos para uma análise documental.
  • Enviar o resultado a você — a resposta da análise, ou o resultado da ferramenta que você usou, pelo e-mail ou pelo telefone que você informou.
  • Responder ao seu contato — e continuar a conversa que você começou.

Enviar o resultado ao cliente é finalidade declarada aqui porque é para isso que o e-mail é pedido. Fora dessas três finalidades, o dado não é usado — nem para propaganda, nem para oferta de serviço que você não procurou.

Quem tem acesso

Só o escritório. O acesso é restrito aos membros da banca, por identificação individual. Os dados não são vendidos, não são cedidos, não são compartilhados com parceiro comercial e não são usados para alimentar lista de disparo ou publicidade de terceiro.

A única hipótese de saída dessa esfera é a determinação legal ou ordem judicial a que o escritório esteja obrigado a atender — e mesmo aí nos limites em que o sigilo profissional admite.

Onde os dados ficam

No Brasil. As mensagens enviadas por este site são guardadas em banco de dados hospedado em São Paulo, e o site e o programa que recebe o formulário rodam em servidor contratado pelo escritório. O acesso da equipe é feito por identificação individual, e cada acesso fica registrado.

Os prestadores que hospedam essa estrutura atuam como operadores, na definição do art. 5º, VII, da LGPD: eles mantêm a máquina, não usam o conteúdo. Nenhum dado deste formulário é enviado a serviço de publicidade, de análise de audiência ou de rastreamento — não existe nenhum deles neste site.

Sigilo profissional

O que você relata a um advogado tem proteção mais forte que a de um dado comum: está coberto pelo sigilo profissional do art. 7º, II, da Lei 8.906/94, que alcança inclusive a consulta que não vira contrato. Se você escrever e o escritório não puder atuar, o relato continua protegido do mesmo jeito.

Por quanto tempo ficam guardados

Se o contato não virar caso, o registro é mantido pelo tempo necessário para responder e para demonstrar como a consulta foi tratada, e depois é eliminado. Se virar caso, passa a seguir o prazo do processo e da guarda documental que a advocacia observa.

Você pode pedir a eliminação antes disso, e ela é feita — salvo o que a lei obrigue a conservar.

A resposta automática que você recebe

Assim que a sua mensagem chega, o site lhe envia um e-mail confirmando — com o que você escreveu, o prazo de resposta e três ressalvas que precisam estar claras desde o primeiro minuto: que o envio ainda não é contratação, que nenhum prazo do seu caso passa a ser acompanhado pelo escritório por causa dele, e que não se antecipa resultado. Essa mensagem é automática e não substitui a resposta do advogado, que vem depois, escrita por uma pessoa.

Para entregar esse e-mail, o escritório usa um serviço de envio contratado — um operador, no sentido do art. 5º, VII, da LGPD. Duas coisas sobre ele merecem ser ditas em vez de ficarem subentendidas:

  • Ele registra que a mensagem foi aberta, por meio de uma imagem minúscula e invisível, como é praxe em todo serviço desse tipo. Esse registro está configurado em modo anônimo: a contagem existe, mas não fica ligada a você. Serve para o escritório saber se as confirmações estão chegando — não para saber o que você faz.
  • Os e-mails que você recebe não têm link de site. O endereço do escritório aparece escrito, para você digitar ou conferir. É de propósito: serviços de envio costumam trocar links por endereços de redirecionamento, e a gente prefere que nada no e-mail do escritório aponte para um domínio que você não reconhece. Telefone e e-mail continuam clicáveis, porque esses não passam por intermediário.

A resposta do advogado, essa, não passa por serviço nenhum de envio: sai da caixa do próprio escritório, escrita por uma pessoa, e não tem medição alguma.

Cookies e medição

Este site não instala cookie, não mede a sua visita, não usa pixel de rede social e não carrega recurso de terceiro nas páginas. Não há Google Analytics, não há pixel do Facebook, não há mapa de calor. Nenhum arquivo das páginas vem de fora deste servidor — nem fonte de letra, nem ícone, nem script.

Uma coisa o site guarda no seu navegador, e é justo dizer qual: um código de visita, sorteado na hora, sem nome e sem significado fora daqui. Ele existe só para ligar a simulação que você fez à mensagem que você porventura escrever depois, na mesma visita. Ele desaparece quando você fecha a aba, não acompanha você para outros sites e não serve para reconhecer você numa próxima visita. Não é cookie e não é publicidade — mas é armazenamento no seu aparelho, e por isso está declarado aqui em vez de ficar subentendido.

As ferramentas gratuitas calculam no seu próprio navegador — a conta é feita no seu aparelho, não no servidor. O que segue para o escritório é só o registro anônimo descrito acima; nenhum dado que identifique você sai daqui enquanto você não clicar para enviar.

Os seus direitos

A Lei 13.709/2018 (LGPD) garante a você, entre outros, o direito de confirmar que existe tratamento, de acessar os dados, de corrigir dado incompleto ou desatualizado, de pedir anonimização ou eliminação, de saber com quem foram compartilhados e de revogar o consentimento. Basta escrever para contato@alvesefreire.com.br.

Sobre publicidade

Conforme o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e o Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB, este site tem caráter informativo. Não se destina à captação de clientela, não anuncia resultado e não promete êxito. O conteúdo publicado descreve regras gerais e não substitui a análise do caso concreto.

Mudanças nesta política

Se as finalidades mudarem, esta página muda junto e a data abaixo é atualizada.

Última atualização: 4 de agosto de 2026.