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Prefeitura Municipal
Auto de infração · ISS
Motivo: clínica desenquadrada do ISS fixo
Períodos reabertos de uma vez
20212022202320242025
Imposto refeito
Multa
Juros e correção
Total exigidoo dobro do imposto
revisão de ofício
A conta não nasce
grande: ela é montada de uma vez, sobre anos que a
própria prefeitura já tinha aceitado.
O STF limitou a multa
e proibiu juros municipais acima da Selic.
O pago a maior volta —
até 5 anos para trás.
Critério novo do Fisco
vale para frente: não refaz ano que a prefeitura já aceitou.
O que acontece na prática
Como uma clínica em dia vira
devedora do nada
A raiz de quase todo auto
A prefeitura mudou de ideia — e cobrou cinco anos
para trás
Por anos a prefeitura tratou a sua clínica como
sociedade de profissionais e lançou o ISS
fixo, por profissional habilitado. Um dia “descobre” que estava
errado, desenquadra e refaz cinco anos
sobre o faturamento inteiro.
O que derruba a autuação: essa “descoberta” estava nas
declarações que a clínica já entregava todo mês. O Fisco
releu o que sempre teve em mãos — e mudança de entendimento não
alcança o passado.
A guia do ISS fixo, emitida e quitada ano após ano — no
valor que o próprio município lançava.
Em cima desse passado, empilham-se três agravantes
01
A multa fica do tamanho do imposto
Um percentual que sozinho dobra a conta. O STF fixou
tetos.
02
Os juros incham a dívida
Índice próprio somado a percentual ao mês estoura a
Selic. Em algumas cidades não se aplica.
03
A exclusão retroativa do regime
Excluem e refazem os anos fechados: divergência de
enquadramento vira dívida de cinco anos.
O dia em que chega
Um envelope na recepção — e o prazo de defesa
já está correndo.
Exemplos reais
Autuações que já enfrentamos
Exemplos baseados em casos reais do escritório.
Muda o porte e o serviço; a raiz é a mesma.
Clínica de diagnóstico por imagem
Emitiu e pagou por anos a guia do ISS fixo, no valor que o próprio município lançava. Um dia a prefeitura mudou de entendimento e refez cinco exercícios de uma vez, sobre o faturamento inteiro.
A “descoberta” estava nas declarações que a clínica entregava todo mês, havia mais de dez anos.
Clínica de radiologia
No auto que chegou, a multa sozinha tinha o mesmo tamanho do imposto: a conta dobrava antes dos juros.
A infração punida assim era ter recolhido no regime em que o município a havia enquadrado.
Clínica de medicina nuclear
Cresceu, contratou, comprou equipamento — e virou alvo por isso: para o Fisco, ficara “grande demais” para o regime fixo. A cobrança dos cinco anos foi combatida, com resultado favorável.
Ter estrutura para atender bem não é infração tributária.
Instituto de radiologia
Auto na casa das dezenas de milhões, do mesmo desenquadramento retroativo. A sentença anulou a cobrança do passado: mudança de regime só vale para frente.
E mandou devolver o que já fora pago — o que parecia sentença de morte virou crédito.
Juros somados à correção
Sobre os cinco anos incidiram juros ao mês somados à correção. Quando o encargo vale quase tanto quanto o imposto, virou penalidade disfarçada.
Descoberto só na execução
A clínica só viu o tamanho da cobrança com as contas já bloqueadas. Desenquadrar pelo passado sem chance de defesa inverte a ordem.
Baseados em casos reais do escritório,
anonimizados. Nada aqui antecipa resultado: cada caso depende dos
documentos e da lei do seu município.
Com esses fundamentos, clínicas já
anularam cobranças, tiveram multas
reduzidas e suspenderam execuções. Agir antes de
pagar amplia as opções — quem já pagou também tem caminho.
Então: é o seu caso?
Isso vale para você se…
Qualquer um dos pontos ao lado já é motivo para
conferir antes de pagar. A triagem leva dois minutos e não pede
documento.
São três relógios diferentes — e cada um começa num
dia.
dias
Para a defesa administrativa
Corre da ciência do auto. A impugnação
suspende a cobrança e mantém a certidão
saindo.
5 anos
Para anular em juízo
Contados do fim do processo administrativo. Perto da
execução, discutir passa a exigir garantia.
5 anos
Para reaver o que já pagou
Contados de cada guia. Cada mês apaga um mês do que
dá para recuperar.
Ir ao Judiciário com o administrativo em
curso é possível, mas em regra implica desistir da via administrativa —
e a suspensão passa a depender de depósito ou decisão judicial. É
escolha de estratégia, caso a caso.
Desde 2012 — catorze anoso tributário é uma das frentes do escritório desde o começo
Defesa em autuaçãoadministrativa e judicial
Sociedade de advogadosOAB/GO 1.677
Moabe Alves de Sousa
OAB/GO 42.979 · Sócio · Direito Público e
Tributário
Responde pela área tributária do escritório, na esfera administrativa e na judicial: defesa em autuação, base de cálculo e recuperação do pago a maior.
Ana Beatriz de Sousa Caldas
OAB/GO 43.030 · Sócia · Tributário, Contabilidade
e Auditoria
Responde pela apuração: identifica a base sobre a qual o imposto foi cobrado e confere cada valor antes de ele virar pedido.
Perguntas
O que costumam nos perguntar
A triagem é gratuita e sem compromisso. Se quiser, seguimos para a análise completa.
Sim. O prazo de defesa é curto — e quanto antes, mais opções, inclusive suspender a cobrança.
Não necessariamente. Quem parcelou pode rever o que era ilegal e recuperar o pago a maior.
Não automaticamente. Estrutura, equipe e mais de um sócio não descaracterizam, por si sós, o trabalho profissional — já defendemos clínica autuada sob esse argumento.
Não existe garantia em processo. Analisamos com honestidade se há ilegalidade e qual a chance real.
Não. Para a triagem, basta contar a situação.
Sim. Usamos apenas para a análise e o contato que você autorizar, conforme a LGPD.
Antes de pagar ou parcelar
A conferência é rápida — e dizemos também quando não há o que
discutir.
Nem toda cobrança é ilegal. Quando não é, você sai sabendo por quê, sem
ter gasto nada. Quando é, o objetivo é um só: reduzir ou
anular.