Cobrança de ISS · clínicas e empresas

Recebeu uma cobrança de ISS da prefeitura?
Antes de pagar ou parcelar, descubra se ela é legal.

Prefeituras erram — e caro: multa que chega a ser maior que o próprio imposto, juros acima do permitido, e cobrança de anos que elas mesmas já tinham aceitado. Boa parte dessas cobranças pode ser anulada ou reduzida — e o que você já pagou pode voltar.

Análise inicial sem compromisso Atendimento direto com advogado Sigilo garantido

Os juros

Índice próprio somado a percentual ao mês — dependendo da cidade

A multa

Cobrada em percentual que chega ao tamanho do próprio imposto

Cinco anos refeitos

O Fisco muda de entendimento e recalcula o passado sobre o faturamento inteiro

O imposto

O valor fixo que a própria prefeitura lançava, e a clínica pagava

É assim que uma clínica em dia vira devedora: a conta não nasce grande — ela é empilhada.

O STF limitou a multa por atraso e proibiu o município de cobrar juros acima da taxa Selic.

O que foi cobrado ou pago indevidamente pode ser recuperado — até 5 anos para trás.

Alves & Freire Advogados — OAB/GO 1.677 · atuação em defesa tributária.

O que acontece na prática

Como a prefeitura transforma sua clínica em devedora do nada

A raiz de quase todo auto

A prefeitura mudou de ideia — e cobrou cinco anos para trás

Por anos, a própria prefeitura enquadrou a sua clínica no ISS fixo e mandava a guia. Um dia ela “descobre” que estava tudo errado e refaz cinco anos de imposto sobre o seu faturamento inteiro.

O detalhe que derruba a autuação: a tal “descoberta” se baseia em informação que a sua clínica já entregava todo mês, por obrigação. O Fisco não achou nada escondido — ele só resolveu reler o que sempre teve em mãos.

Em cima desse passado, empilham-se três agravantes

01

A multa fica do tamanho do imposto

Cobram percentual que sozinho dobra a conta, antes mesmo dos juros. O STF fixou tetos e muita autuação passa deles.

02

Os juros incham a dívida

Vários municípios somam um índice próprio a um percentual ao mês, que estoura a taxa Selic — e o STF já disse que não pode. Em algumas cidades isso não se aplica; a análise verifica a sua.

03

O auto vem com vício

Você mal foi avisado, não pôde se defender antes, o cálculo não fecha. Erro de forma pode anular a cobrança inteira.

Já teve clínica que anulou, clínica que venceu e clínica que suspendeu a execução na Justiça. O melhor momento de agir é antes de pagar ou parcelar — mas mesmo depois há caminho.

Antes de nos procurar

Isso vale para você se…

Qualquer uma destas situações já é motivo para conferir antes de pagar.

  • Sua clínica ou empresa recebeu um auto de infração ou notificação de ISS
  • Você foi “desenquadrado” e passou a ser cobrado sobre o faturamento, retroativo
  • Tem dívida de ISS em aberto, na dívida ativa ou já em execução
  • Não consegue tirar a certidão negativa por causa dessa dívida
  • Já entrou num parcelamento e desconfia que pagou a mais — veja a análise de parcelamento

Por que agir agora

Cada mês que passa, um mês de recuperação prescreve.

Cobrança de imposto tem prazos curtos para reagir — tanto na prefeitura quanto na Justiça. Enquanto você espera, os juros continuam correndo e a cobrança pode virar execução e penhora.

E o direito de pedir de volta o que foi pago vale por cinco anos. Analisar cedo custa pouco; tarde pode custar o caso.

Como funciona

Três passos — e o primeiro leva dois minutos

  1. 01

    Você conta a sua situação

    Dois minutos. Se tiver o auto em mãos, melhor — mas não é necessário agora.

  2. 02

    Fazemos a triagem

    Apontamos quais dos erros conhecidos aparecem no seu caso.

  3. 03

    Um advogado analisa de verdade

    Documentos, prazos e a melhor via — defesa administrativa, anulação ou suspensão da cobrança — antes de qualquer passo.

Situações reais

Casos que chegam assim

Clínica de imagem

Foi tratada por anos, pela própria prefeitura, como sociedade de profissionais — pagando o ISS no valor fixo que o município lançava a cada ano. Do nada, o Fisco mudou de entendimento e refez cinco anos de cobrança sobre o faturamento inteiro.

A “descoberta” se baseava em informação que a clínica já entregava todo mês, por obrigação, havia mais de uma década.

Clínica de radiologia

Recebeu um auto em que a multa, sozinha, tinha o mesmo tamanho do imposto — dobrando a conta antes mesmo dos juros.

E a “infração” punida com tanto rigor era ter recolhido no regime fixo em que o próprio município a havia enquadrado por anos.

Execução em curso

Uma clínica só descobriu a real dimensão da cobrança quando as contas bancárias já estavam bloqueadas na execução.

Desenquadrar pelo passado, sem aviso claro e sem chance de defesa antes, inverte a ordem: primeiro se aperta, depois se explica.

Instituto de radiologia

Enfrentou um auto na casa das dezenas de milhões, do mesmo desenquadramento retroativo. Levou à Justiça — e a sentença anulou a cobrança do passado, decidindo que a mudança de regime só vale para frente.

A sentença ainda determinou a devolução do que havia sido pago: o que parecia sentença de morte financeira virou crédito a recuperar.

Baseados em casos reais do escritório, anonimizados. Nada aqui antecipa resultado: cada caso depende dos documentos e da lei do seu município.

O escritório

Quem vai olhar a sua cobrança.

5,0 avaliação no Google

Desde 2012 — catorze anos o tributário é uma das frentes do escritório desde o começo

Defesa em autuação administrativa e judicial, e recuperação do que foi pago a maior

Sociedade de advogadosOAB/GO 1.677

Moabe Alves de Sousa

Moabe Alves de Sousa


OAB/GO 42.979 · Sócio · Direito Público e Tributário

Responde pela área tributária do escritório, na esfera administrativa e na judicial: defesa em autuação e cobrança, discussão da base de cálculo e recuperação do que se recolheu além do devido.

Ana Beatriz de Sousa Caldas

Ana Beatriz de Sousa Caldas


OAB/GO 43.030 · Sócia · Tributário, Contabilidade e Auditoria

Responde pela apuração dos casos tributários: identifica a base sobre a qual o imposto foi cobrado, calcula quanto há a restituir e confere cada valor antes de ele virar pedido.

Perguntas

O que costumam nos perguntar

A triagem inicial é gratuita e sem compromisso. Você entende sua situação; se quiser, seguimos para a análise completa.

Sim. Existem prazos curtos para defesa. Quanto antes, mais opções (inclusive suspender a cobrança).

Não necessariamente. Mesmo quem parcelou pode rever o que era ilegal e recuperar o pago a maior.

Não existe garantia em processo. O que fazemos é analisar com honestidade se há ilegalidade e qual a chance real — sem criar falsa expectativa.

Não. Para a triagem, basta contar a situação. Os documentos vêm na análise.

Sim. Usamos apenas para a análise e o contato que você autorizar, conforme a LGPD.

Antes de pagar ou parcelar

A conferência é rápida — e dizemos também quando não há o que discutir.

Nem toda cobrança é ilegal. Quando não é, você sai da conversa sabendo por quê — e sem ter gasto nada. Quando é, o objetivo é um só: reduzir ou anular o que foi cobrado a mais.

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